Neste blog, mais imagens do que palavras...
A fotografia é uma paixão que não requer ser cultivada, tão somente alimentada, pelo que uma imagem vale mais do que mil palavras!

In this blog, more pictures than words ...
The photography is a passion that does not require to be cultivated, nourished solely by that one picture is worth a thousand words!

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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Nas asas de uma gaivota... Prometo voltar...

sábado, 28 de abril de 2018

Drave a "aldeia mágica" desabitada, um local encantado que a todos desperta curiosidade...

Um lugar que nos faz sentir que estamos no lugar certo no momento certo, que a realização vem do balanço entre o dar e receber…
Situa-se no fundo de um encontro de vales entre as serras da Freita, de S. Macário e da Arada, a cerca de 600 metros de altitude.


Não é acessível de carro, o mais próximo que se chega por este meio é por um estradão de terra e muitas, muitas pedras com inclinação muito acentuada (algo arriscado ir até ao limite, mas é possível), sendo o restante (cerca de 700 metros) feito a pé por um caminho de pedra como a imagem acima demonstra. Não existe telefone, rede móvel (fraca da MEO), eletrecidade, água canalizada nem lojas, logo o dinheiro aqui de nada vale! A aldeia mais próxima é Regoufe a cerca de 4 quilómetros outra opção de acesso a pé de onde existe um caminho pelas encostas da serra até Drave e que é opção de muitas pessoas que visitam a aldeia.
Ao que se percebe, existem duas partes, uma que a imagem acima nos mostra e que seria onde viviam os habitantes e outra na imagem abaixo que presumo fosse para as alfaias  agrícolas e animais, podendo também lá ter eventualmente morado alguém.
A família Martins, Francisco e Maria, parece ter sido a que deu mais força à aldeia tendo chegado ao local e construído o seu solar no século XVIII. Os Martins persistiram até ao limite da existência de moradores e que ocorreu em 2000, na pessoa de Joaquim Martins. Existe na fachada do Solar uma lápide com a seguinte inscrição:
"Neste Solar dos Martins da Drave reuniram cerca de 600 dos seus parentes em 12-9-1946. A convite do Pe. João Nepomuceno Martins, Pároco de Carvalhais".
Manuel Martins da Costa é quem manda edificar a capela  de Nossa Senhora da Saúde em 1851. Para memória futura, estão também aqui duas lápides com inscrições. Por cima da porta principal "Nesta Capela do Solar dos Martins da Drave houve missa solene em 12-9-1946 pelos Martins vivos e defuntos. Foi celebrante o Pe. João Nepomuceno Martins, Pároco de Carvalhais. Assistindo cerca de 600 parentes".
Na lateral: "Por iniciativa de José F. Martins e esposa Maria N. Martins C. moradores em S. Pedro do Sul chegou o telefone a Drave a 15 de novembro e a energia solar a a 30 de dezembro de 1993. Homenagem a todos quantos tornaram possível este projecto. 17-03-1994". (Funcionou até ao ano 2000)


As casas são de xisto com telhados em lousa, salvo a capela que é caiada. Contudo, muitas já se encontram em ruínas o que é uma pena. Ao que se sabe, em certas alturas do ano, deslocam-se ao local escuteiros de Mafamude, Gaia e que vão realizando alguns trabalhos de conservação, mas ainda muito pouco, comparado com as necessidades.






Calcorreando os caminhos da aldeia, espreitando aqui e ali, tirando uma foto mais além, é certo que até podemos parar e pensar; afinal o que leva esta gente toda a vir aqui? Bom, de certa forma a curiosidade e é bem certo que uns somos mais que outros. A aldeia, convenhamos é fotogénica transmitindo esse aspeto mágico com que é reconhecida. 



Aliado a tudo que já foi descrito, temos recantos que são verdadeiros encantos, aqui a mãe natureza caprichou com alguma mão do homem à mistura. Pequenas cascatas e uma água transparente em tons esmeralda nos poços mais fundos, um verdadeiro oásis onde não faltam sombras e espaços para "piquenicar" e descansar sobre uma manta.  


Fui à descoberta de Drave no dia da Liberdade, 25 de abril de 2018. Foram muitas as pessoas que neste dia se deslocaram à aventura e a banhos, à descoberta ou simplesmente a repetir a façanha e que será também meu intento, sem qualquer sombra de dúvida. Também outras aldeias próximas mereceram a minha atenção, o meu olhar e em breve aqui chegarão, outras haverá que ficaram na lista para visitar futuramente. Até breve Drave!



sábado, 21 de abril de 2018

Serra da Estrela - O ponto mais alto de Portugal continental 🗻🏔️🗻 Ir é o melhor remédio!

Um local onde me desloco desde pequenino e que não cansa, seja em época de inverno ou de verão. Os queijos da serra também são uma tentação, mas este ano e depois dos últimos nevões de março e abril (2018), fizeram com que a neve acumulada fosse a maior das últimas dezenas de anos. Um encanto a vários níveis pelo que o melhor mesmo é aproveitar tudo que a vida nos proporciona, sempre!









sexta-feira, 13 de abril de 2018

Bacalhôa Buddha Eden - O maior jardim oriental da Europa

Esta é uma daquelas publicações que só apetece publicar as cerca de 400 fotos que tirei. Não foi fácil selecionar 18, mas fica a promessa de aos poucos ir partilhando algumas de interesse elevado. O lugar é um encanto, respira-se paz. Aqui encontra-se o maior jardim oriental da Europa, o impressionante Bacalhôa Buddha Eden. Bem-vindos!

Com cerca de 35 hectares, o jardim foi criado em protesto contra destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras-primas do período tardio da Arte de Gandhara.


Entre budas, pagodes, estátuas de terracota e várias esculturas cuidadosamente colocadas entre a vegetação, estima-se que foram usadas mais de 6 mil toneladas de mármore e granito para edificar esta obra monumental. A escadaria central é o ponto focal do jardim, onde os Buddha dourados dão calmamente as boas-vindas aos visitantes.



No lago central é possível observar os peixes KOI, e dragões esculpidos que se erguem da água. Terá ainda a oportunidade de observar os cerca de 600 soldados de terracota pintados à mão, cada um deles único, encontrando-se alguns enterrados, tal como há 2.200 anos.

O jardim de Escultura Moderna e Contemporânea proporciona um espaço tranquilo na natureza para apreciar arte moderna. Peças selecionadas da Coleção Berardo, como por exemplo de Joana Vasconcelos, Alexander Calder, Fernando Botero, Tony Cragg, Lynn Chadwick, Allen Jones e muitos outros, encontram-se dispostas no jardim rodeadas de plantas diversas. Esta galeria em espaço aberto possui obras que são regularmente substituídas, proporcionando ao visitante experiências novas e interessantes, em cada visita.

O jardim de arte de Esculturas Africanas é dedicado ao povo Shona do Zimbabué, que há mais de mil anos esculpe pedra à mão transformando-a em obras de arte. O povo Shona acredita em espíritos ancestrais conhecidos como "Vadzimu".

As suas esculturas demonstram a união entre estes dois mundos, o físico e o espiritual. Estes incríveis escultores de pedra mantêm a crença de que cada pedra tem um espírito vivo, que influencia aquilo em que ela se virá a tornar. O trabalho do artista é "libertar o espírito da pedra". Existem mais de 200 esculturas dispostas sob a sombra de 1000 palmeiras.

Este é um lugar único de paz e tranquilidade que surpreende qualquer um não dando o tempo por perdido.

VISITAS AO JARDIM:Jardim, loja e restaurante abertos todos os dias excepto dia 1 de Janeiro e 25 de Dezembro.

HORÁRIO: 09.00 às 18.00 Nota: Portão de Entrada e o Restaurante encerram às 17.30

INGRESSOS: Jardim - 5€ - Comboio - 4€ Marcação de visita necessária apenas para grupos superiores a 100 pessoas.

Entrada livre a crianças até aos 12 anos inclusive. Permitida a entrada a cães com trela. Não são permitidos piqueniques.

CONTATOS: Helena Arsénio T: +351 262 605 240 TM: +351 913 005 087 E:visitas@loridos.com


INDICAÇÕES PARA CHEGAR AO BACALHÔA BUDDHA EDEN:

Sair na saída 12 da A8 (Carvalhal / Delgada), virar à esquerda na saída (para quem vem de Norte ou sul), sair na segunda saída da rotunda e seguir as indicações das tabuletas/sinais do Buddha Eden. O Bacalhôa Buddha Eden fica a cerca de 3 km da saída da A8.

COORDENADAS GPS: 39°16'33.24"N | 9° 8'24.23"O


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Ao encontro dos Dinossauros no Dino Parque na Lourinhã






Um regresso ao passado para conhecer melhor estes antepassados com mais de 300 milhões de anos, no maior museu ao ar livre do país. Está situado em Abelheira, a cerca de 7 quilómetros da Lourinhã. É uma das regiões mais ricas em fósseis de Portugal e está classificada entre as 20 mais ricas do planeta para achados com mais de 150 milhões de anos.
Em exposição no Dino Parque estão cerca de 120 modelos de dinossauros à escala real. Podem encontrar um fantástico espólio de paleontologia descoberto em Portugal, uma parte importante na Lourinhã, uma das regiões mais ricas em fósseis de dinossauros da Europa. Foi inaugurado a 9 de fevereiro de 2018.
Um regalo para os verdadeiros fãs de dinossauros, mas no fundo para todos pois não se dá o tempo por perdido e, sendo certo que o parque se visita em cerca de 1h e 30m, mas pode demorar bem mais podendo participar em atividades numa área preparada para o efeito, além de existir um restaurante e mesas para piquenique. No fundo, pode-se permanecer o tempo que se queira até à hora de fecho.

Podem encontrar: Pavilhão de actividades, Museu, com vestígios encontrados na Lourinhã, Laboratório, com trabalhos em fósseis ao vivo, Percursos, no meio de árvores, Parque infantil, Mesas de piquenique, Loja de recordações e restaurante.
Podem ver como os fósseis são preparados, observando paleontólogos e preparadores a trabalhar em ambiente real do laboratório.
Entre as atividades, podem efetuar a recuperação e pesquisa de fósseis, tempo para descobertas, caça ao tesouro, modelagem, escavações de dinossauros, à descoberta de fósseis, pesquisa de geodes de cristal e pintura de dinossauros.


DINO PARQUE LOURINHà– Localização: Rua Vale dos Dinossauros, 25 – Abelheira – Lourinhã – Portugal Telefone: (+351) 261 243 160  (+351) 915 888 207 email: geral@dinoparque.pt

BILHETES: Adulto: 12,5 € - Criança (4-12 anos): 9,5 € - Bebé (até 3 anos): gratuito Família: 2 Adultos + 1 Criança: 31,50 €  ou 2 Adultos + 2 Crianças: 39,50 € ou 2 Adultos + 3 Crianças: 46,50 € - Podem comprar os bilhetes clicando aqui.

HORÁRIO: Outubro a Fevereiro: 10h-17h  (última entrada às 15h30) Março a Maio: 10h-18h  (última entrada às 16h30) Junho a Setembro: 10h-19h  (última entrada às 17h30)
Informações úteis: Existem muitas sombras, aconselha-se a levar sapatos e roupa confortáveis. É possível levar cães com trela em todo o parque, exceto entrar no restaurante.